ENTIDADES CRUZEIRENSES RECEBEM ESCRITURAS

"Quem faz o bem, recebe o bem também”. Esta máxima repetida sempre pela Prefeita Ana Karin Dias de Almeida Andrade serve como definição para o que aconteceu na tarde da última quinta-feira (21). Neste dia, duas das principais entidades assistenciais da cidade receberam um presente que esperavam há muito tempo: a escritura definitiva dos terrenos onde funcionam.
A primeira entidade a assinar o documento foi a Comunidade Nova Esperança. Localizada no Jardim América, a CONE desenvolve aulas de reforço escolar, violão e artesanato. As crianças recebem alimentação proveniente da Cozinha Piloto e a parceria com a Prefeitura ainda possibilita o acompanhamento das atividades por parte de uma assistente social. Antes das formalidades, um coral formado por jovens participantes das atividades da instituição se apresentou, acompanhado da professora de violão.
Ana Karin, em seu discurso, enfatizou a importância do trabalho desenvolvido pela Comunidade. “Estou feliz em ver que estamos ajudando entidades responsáveis, que realizam um trabalho sério”, disse a prefeita. Ilza Diniz, presidente da Comunidade Nova Esperança, agradeceu à prefeita pela atenção dada à instituição. Ela ressaltou o fato de a posse definitiva do terreno onde atuam facilitar o trabalho de captação de recursos. “Esse documento é sonhado há muito tempo”, finalizou.
Após dar posse do terreno ao CONE, foi a vez do Lar Padre José Gumercindo, conhecido popularmente como o “Lar das Irmãzinhas”, receber sua escritura. A entidade, que funciona em Cruzeiro há 30 anos, possui mais de três mil metros quadrados de área e desenvolve trabalhos importantes com crianças da cidade. “É uma emoção muito grande e um sonho realizado. Essa concessão irá dar mais estabilidade para trabalhar em prol da comunidade. Agradecemos a prefeita pelo carinho dado por ela às entidades”, disse Irmã Esmeralda, coordenadora do local.
O momento também foi marcante para quem participa desta obra social desde seu início. “Estive na primeira reunião realizada aqui, durante a escolha do terreno. O prefeito da época questionou sobre como iríamos construir o Lar. Respondi que contávamos com a força de Deus e da comunidade”, disse a colaboradora Ana Maria Montemor.

FONTE: ntvc.com.br

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